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Espírito Santo vai fazer casas na Av. da Liberdade

O número 238 da Avenida da Liberdade, em Lisboa, foi destruído por um incêndio há uns anos e hoje sobra apenas a antiga fachada, presa por andaimes de ferro já ferrugentos. O interior está  conta Aniceto Viegas, administrador da Espírito Santo Property. É esta empresa do universo Grupo Espírito Santo que vai reabilitar o imóvel e transformá--lo em dois edifícios de habitação, com lojas nos pisos térreos e três pisos de garagem.

O investimento ascende a 25 milhões de euros e inclui a compra do imóvel, o projeto de arquitetura e as obras arrancam no primeiro semestre deste ano e estarão concluídas no final de 2015. Um dos edifícios terá cinco pisos e o outro sete. Ainda não está fechado o número de casas que serão criadas em cada um dos imóveis. “A arquitetura está a ser ultimada, mas temos 4200 m2 para habitação e a nossa previsão aponta para tipologias T1 a T4 e duplex, com áreas de 70 a 275 m2”, adianta Aniceto Viegas.

Os preços das casas também não estão definidos, mas serão seguramente casas de luxo, ou seja, podem custar mais de 5000 euros/m2. “O preço de venda de edifícios degradados e deste tipo de terrenos obriga os promotores a direcionar a habitação para um segmento mais alto”, explica Aniceto Viegas, sem revelar quaisquer valores. Mas diz que “é possível ter habitação a preços orientados para a classe média ou média-alta”.

O número 238 da Avenida da Liberdade, em Lisboa, foi destruído por um incêndio há uns anos e hoje sobra apenas a antiga fachada, presa por andaimes de ferro já ferrugentos. O interior está “em avançado estado de degradação e completamente devoluto”, conta Aniceto Viegas, administrador da Espírito Santo Property. É esta empresa do universo Grupo Espírito Santo que vai reabilitar o imóvel e transformá--lo em dois edifícios de habitação, com lojas nos pisos térreos e três pisos de garagem.

O investimento ascende a 25 milhões de euros e inclui a compra do imóvel, o projeto de arquitetura e as obras arrancam no primeiro semestre deste ano e estarão concluídas no final de 2015. Um dos edifícios terá cinco pisos e o outro sete. Ainda não está fechado o número de casas que serão criadas em cada um dos imóveis. “A arquitetura está a ser ultimada, mas temos 4200 m2 para habitação e a nossa previsão aponta para tipologias T1 a T4 e duplex, com áreas de 70 a 275 m2”, adianta Aniceto Viegas.

Os preços das casas também não estão definidos, mas serão seguramente casas de luxo, ou seja, podem custar mais de 5000 euros/m2. “O preço de venda de edifícios degradados e deste tipo de terrenos obriga os promotores a direcionar a habitação para um segmento mais alto”, explica Aniceto Viegas, sem revelar quaisquer valores. Mas diz que “é possível ter habitação a preços orientados para a classe média ou média-alta”.